Posts de Maio, 2007

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Live Earth terá show gratuito no Brasil!!!

Maio 16, 2007

Al Gore em entrevista coletiva no Rio ao lado da apresentadora Xuxa

Em visita ao Brasil, o ex-vice presidente americano e ativista ambiental Al Gore anunciou oficialmente a série de shows ecológicos Live Earth no Brasil.

Live Earth é uma série de shows de música rock e pop a serem realizados em 7 de julho de 2007 com o objetivo de promover a conscientização popular sobre o aquecimento global. A organização que está promovendo o evento é a recentemente criada Save Our Selves (SOS).

O evento terá 24 horas de música começando em Sydney, Austrália e passando pelo mundo em Tóquio no Japão, Shangai na China, Joanesburgo na África do Sul, Londres na Inglaterra, Hamburgo na Alemanha, Rio de Janeiro no Brasil e encerra no Giant Stadium em Nova Jersey nos Estados Unidos.

O Brasil será o único país onde o evento será gratuito e ao ar livre. O palco será montado na praia de Copacabana e a expectativa dos organizadores é que o público ultrapasse 1 milhão de pessoas. Segundo a rádio transamérica o único artista confirmado é o cantor Lenny Kravitz.

O show será transmitido pela rede Globo e para internautas via streaming pela LiveEarth.MSN.com.

A inspiração de promover uma causa através de uma séries de shows vem de outros eventos similares dos últimos vinte e cinco anos como o Live Aid (1985) e o Live 8 (2005).

Veja a entrevista que Al Gore deu ao Fantástico divulgando o evento e sua causa.

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DaimlerChrysler vende Chrysler à Cerberus

Maio 15, 2007

O fabricante automobilístico Daimlerchrysler informou que venderá uma participação de 80,1% na Chrysler ao investidor financeiro Cerberus por 5,5 bilhões de euros (US$ 7,452 milhões), livre de dívidas.

Criada em 1992, a Cerberus Capital Management, L.P. é uma das maiores empresas de investimento privado do mundo com US$16,5 bilhões sob gerenciamento em fundos e contas. A Cerberus é especializada em disponibilizar recursos financeiros e expertise operacional para ajudar a transformar empresas subvalorizadas em líderes da indústria para sucesso de longo prazo e criação de valor.

A Daimlerchrysler, que passará a se chamar Daimler, ficará com um pacote acionário de 19,9% na futura Chrysler Corporation LLC.

Em uma junta extraordinária de acionistas no segundo semestre, os proprietários decidirão sobre a alteração do nome proposto pela direção, dada a nova estrutura acionária do consórcio.

A Chrysler mantém os compromissos financeiros do pagamento das aposentadorias e os custos de seguridade social de seus empregados.

O fabricante automobilístico alemão prevê fechar a transação no terceiro trimestre do ano. A operação ainda deve ser aprovada pelas autoridades de concorrência e terá um efeito contábil negativo no fluxo de caixa de 500 milhões de euros (US$ 677 milhões).

“Queremos ser o produtor líder mundial de veículos e serviços em todos os segmentos de mercado nos quais estamos presentes”, afirmou o presidente da Daimlerchrysler, Dieter Zetsche.

O executivo-chefe da Cerberus Capital Management, John Snow, disse que a companhia “acredita na força da indústria manufatureira dos Estados Unidos e na indústria automotiva americana, mas o mais importante é que acredita na Chrysler”.

A Daimlerchrysler, o quinto maior fabricante automobilístico do mundo, foi fundada em 12 de novembro de 1998, como resultado da fusão da empresa alemã Daimler-Benz e da americana Chrysler Corporation.

A Chrysler produz veículos das marcas Chrysler, Dodge e Jeep. Há até pouco tempo atrás fabricava também automóveis Eagle e Plymouth.

Os rumores sobre a venda da Chrysler surgiram há algumas semanas no mercado. Entre os possíveis compradores, além da Cerberus, estavam o fabricante canadense de autopeças Magna International e a sociedade de investimento Blackstone Group.

A processo de fusões e aquisições que muitas grandes empresas vinham adotando como estratégia para crescer no mercado nem sempre tem o resultado esperado. Divergências entre a cultura, os valores e a gestão dificultam o processo do alinhamento das estratégias entre as empresas envolvidas. O caso da Chrysler chama atenção para como o mercado irá se comportar em casos de fusão sem sucesso.