Qualquer semelhança é mera coincidência…

O Haka são todas as danças típicas do povo Maori em que os homens se colocam à frente das mulheres. Estas fazem o apoio das vozes nas costas dos homens. É uma dança que demonstra a paixão, o vigor masculino e a identificação com a raça. É usada tanto para dar boas vindas a visitantes quanto para intimidação de tribos inimigas.
Segundo o povo Maori, Tama-nui-to-ra, o deus do sol, tinha duas mulheres, sendo uma delas Hine-raumati, a virgem do verão (perdendo este estatuto!), da qual nasceu Tane-rore, creditado pela origem da dança. Tane-rore representa o vento nos dias quentes de verão, na dança coreografado com o tremor de mãos.
Atualmente o Haka é conhecido mundialmente pela performance de intimidação no início dos jogos de Rugby da seleção da Nova Zelândia (All Blacks).
All Blacks antes do jogo contra seu maior rival, a Austrália.

A maioria dos quase 2 bilhões de crianças do mundo em desenvolvimento não são educadas adequadamente, ou sequer recebem alguma educação. Uma em cada três não completam a quinta série.
As conseqüências individuais e societais desta crise global crônica são profundas. As crianças ficam relegadas à pobreza e ao isolamento – assim como seus pais – jamais sabendo o que a luz do aprendizado poderia significar em suas vidas. Ao mesmo tempo, seus governos lutam por competir numa cada vez mais complexa economia de informação globalizada, atados por uma vasta e crescente subclasse urbana que não se suporta, muito menos contribui para o bem-estar coletivo, porque lhe faltam as ferramentas para fazê-lo.
Foi tentando minimizar esse problema que o MIT mantém um programa chamado One Laptop per Child(OLPC). É uma nova organização sem fins lucrativos, dedicada à pesquisa do laptop de $100.
É critcamente importante educar adequadamente as crianças do mundo emergente. Continuar fazendo o mesmo não é mais suficiente, se é que algum dia o foi. Se os cidadãos são os beneficiados, como devem ser pela expansão da economia da informação global baseada em tecnologia, estes países devem repensar o velho paradigma da sala de aula “de-cima-para-baixo”, e substituí-lo por um modelo de aprendizagem dinâmica que potencializa essas mesmas crianças, tornando-os tanto “professores” como “aprendizes”. A ferramenta com a qual se pode liberar este enorme potencial é o XO. Ponham este laptop ultra-barato, poderoso, robusto e versátil na mão das crianças e elas farão o resto.

O XO é baseado em Linux, com um display de modo dual, tanto a cores em modo transmissivo, quanto em um modo secundário, em preto-e-branco, refletivo e legível à luz do sol e com o triplo da resolução. O laptop terá um processador de 500MHz e 128MB de DRAM, com 500MB de memória flash; não terá disco rígido, mas terá três portas de expansão USB e um encaixe para cartões SD. Os laptops terão banda larga sem-fio que, entre outras coisas permitirá a eles operarem em rede tipo malha; cada laptop será capaz de comunicar-se com seus vizinhos mais próximos, criando assim uma rede local ad hoc. Os laptops são desenhados para ser energeticamente eficientes, e permitem novos sistemas de carregamento elétrico (incluindo por corda).
A partir do dia 12 de novembro doando um laptop você poderá comprar outro para seu filho ou para doar para alguma criança ou instituição.
Para colaborar é só acessar http://www.laptopgiving.org/.

Tire uma foto e consiga isto:
Um novo produto chamado Motion Portrait parece ser ao mesmo tempo fascinante e assustador. Originalmente desenvolvida pela Sony-Kihara foi adquirida por uma nova companhia chamada Motion Portrait. A tecnologia tira uma foto e transforma instantaneamente em um modelo 3D que pode ser animado, colocado em outro ambiente, e programado a várias interações.

Campanha social do TJC Paraná contra o trabalho infantil.
Um excelente trabalho da agência Exclam de Curitiba.




Voltei a correr essa semana, e um dos motivadores desse retorno foi o “brinquedinho” que ganhei presente de natal da minha irmã. Como muita gente ainda não conhece, mostrarei como venho utilizando essa tecnologia e suas inúmeras funcionalidades.
O Nike+ é um sistema de monitoramento de corrida. Para funcionar você precisa de um tênis Nike+, o sensor Sport kit e um Ipod Nano.
Basicamente o sistema monitora a corrida, cria gráficos de desempenho e acompanha sua evolução. O legal é que você pode comparar os seus resultados com todas as pessoas que utilizam o Nike+. Aí é que surgem as ferramentas que te motivam a correr mesmo.
A criação de metas estimula o acompanhamento do seu desempenho em busca do objetivo proposto. Seus objetivos podem ser uma distância, velocidade média, frequência por período ou calorias queimadas. As metas podem ser pessoais como também por equipe. Para cada objetivo alcançado você recebe medalhas e troféus em seus registros.
Se você quer motivação mesmo para correr o esquema é o desafio. Desafiando ou sendo desafiado você com certeza vai ter um bom motivo para correr todos os dias.
Ninguém quer perder e o desempenho de todos aumenta.
Abaixo a imagem do único desafio que venci até hoje, mas o troféu vale para a vida inteira.
Compare seu desempenho com o de todos os corredores no mundo. É possível verificar a classificação por localidade, idade ou sexo. Em distância percorrida minha atual classificação é 79067.
Se você não sabe por onde correr essa ferramenta lhe ajuda a planejar o percurso e ainda calcula a distância da rota traçada com precisão.
Simplesmente incrível!
Abaixo meu trajeto preferido.

Começa esse fim de semana a fase decisiva da Copa do Mundo de Rugby.
O evento que este ano acontece na França é um dos eventos esportivos mais assistidos do mundo. O esporte que não é muito conhecido no Brasil, poderá ser acompanhado pela ESPN e pela TV5Monde.
Para quem não entende nada de rugby, segue um vídeo com uma visão geral desse esporte que é show de bola.
Uma tradição interessante no jogo do rugby é o “Terceiro Tempo”. Ao final da partida os jogadores das duas equipes se reúnem com torcedores e demais participantes para festejar o encontro, geralmente o banquete e as bebidas são oferecidos pela equipe da casa.
O encontro para a cordialidade e confraternização entre as equipes é levado tão a sério, que acontece inclusive na Copa do Mundo.
A rivalidade fica dentro de campo, belo exemplo!!!!

Há um descompasso entre o que diz o presidente Luiz Inácio da Silva e o que pede a bancada de senadores do PMDB para se manter fiel ao governo nas votações legislativas. O presidente manifesta rejeição à barganha, avisa que não negocia “caso a caso”, só faz conversas institucionais e nada aborda que não possa ser dito à luz do dia na presença de pessoas de fino trato.
Já o porta-voz da insatisfação pemedebista, o suplente de senador Wellington Salgado, diz o contrário: invoca com a maior sem-cerimônia o lema lançado durante a Constituinte pelo então deputado Roberto Cardoso Alves – “é dando que se recebe” –, dá ao grupo o nome de “os franciscanos” e pede exatamente que o governo negocie no varejo, caso a caso, em transações de baixo preço.
Desmentindo a si mesmo, o presidente aceitou os termos do negócio e convidou a turma para um encontro, cujos resultados para efeitos de fotogenia serão os de sempre: troca de amabilidades, piadas daqui e dali, juras de conciliação e, em termos de conteúdo, nada que se aproveite.
Os senadores não explicitam seus desejos. O suplente que faz as vezes de mensageiro foi vago ao cobrar para os colegas “prestígio em seus estados”, embora tenha sido preciso ao estipular o valor de cada senador: “Um chinelinho usado.”
É sob esse critério e nesse patamar de conversa que o presidente e senadores da República se reúnem hoje à noite para jantar e tentar superar as dificuldades criadas pelo PMDB na semana passada, ao rejeitar uma medida provisória de segunda categoria na escala de prioridades governamentais, com o evidente intuito de vender facilidades ao Palácio do Planalto.
Ou, o mais provável, com o objetivo de obrigar o Palácio do Planalto a facilitar a vida de um dos seus, Renan Calheiros, enquadrando o PT de volta à tropa de defesa do presidente do Senado. Apesar de todas as negativas, esta – a reconstrução da rede de proteção a Calheiros – parece ser a razão mais forte para aquele gesto da semana passada.
Afinal, o fato mais inusitado nesse meio tempo não foram as nomeações de petistas para cargos na Petrobrás, mas o surto de indignação do PT pós-absolvição no primeiro dos quatro processos contra Renan Calheiros.
Essa é a real correção de rumo que os senadores do PMDB reivindicam. Não por acaso os defensores do presidente do Senado são os capitães do movimento. Esse pessoal, quando quer tratar de cargos, é representado exatamente pelos que eles chamam agora de “os cardeais”.
Querem simular distância para disfarçar o objetivo. Falam propositadamente de forma genérica em “carinho”, “chinelinho”, “prestígio nos estados”, sem especificar quais seriam as pendências. E por quê? Porque de fato só há uma a ser resolvida de imediato: o reembarque do PT no bote salva-vidas que já começava a ficar à deriva.
Colaboração
O Conselho de Ética do Senado retoma hoje, depois de um mês, os trabalhos nos processos contra o presidente da Casa. Os defensores de Renan Calheiros, como sempre, querem postergar e tumultuar. Até aí nenhuma novidade.
Inspiram atenção, porém, os movimentos da oposição, que falou muito e fez coisa alguma nesse meio tempo. Os oposicionistas alegam não ter pressa, para dar tempo de a emenda constitucional do voto aberto ser aprovada. Na prática, os interesses coincidem.
Curupira
Em poucos dias, o presidente Lula reafirmou algumas convicções que podem ser lidas tanto pela ótica do equívoco quanto pela lógica do atraso. No campo dos equívocos, está a afirmação de que “há um dogma” quanto à exigência de diploma universitário para o exercício da Presidência da República.
Não há. O que há é o pressuposto de que formação educacional deve ser um objetivo de todos e um imperativo para quem, como ele, dispõe de condições materiais fartas. No terreno do atraso, Lula produziu duas assertivas erráticas. A primeira desqualifica o valor dos princípios (por ele qualificados de forma pejorativa como “principismo”), aos quais só se deve aderir enquanto se é oposição.
Por esse ângulo de visão, entre as responsabilidades de um governante estaria o abandono dos princípios e, portanto, a adesão aos fins que justificam quaisquer meios para alcançá-los A segunda assertiva, feita ontem – “é preciso parar com a mania de que contratar mais gente para trabalhar para o Estado brasileiro é inchaço da máquina” –, consagra o empreguismo e o gigantismo como metas e marcas de eficiência na gestão.
Junte-se a isso a celebração do fisiologismo como norma “culta” do governo de coalizão e teremos o que se pode chamar de um legítimo salto para o passado. Nesse quadro de culto ao retrocesso e desmonte de valores, o anúncio de que Fernando Collor pretende retomar a trajetória interrompida pelo impeachment, candidatando-se ao governo de Alagoas, fazendo uso da licença do mandato de senador, acompanha o padrão.