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Carpe! Carpe diem!

Setembro 25, 2008

Tempo! O recurso mais precioso. Vejamos como os gregos encaravam a administração do tempo.

Chronos para a mitologia grega era era a personificação do tempo. Os romanos chamaram-lhe Saturno e era a divindade celeste mais distante, considerada como sendo o sétimo dos sete objetos divinos visíveis a olho nu. Uma vez que tem a maior translação observável no céu (cerca de 30 anos), os astrônomos gregos e romanos julgaram tratar-se do guardião dos tempos, ou “Pai do Tempo”, uma vez que não havia conhecimento de nenhum outro objeto com maior período repetitivo (translação).

Kairós (καιρος) é uma antiga palavra grega que significa “o momento certo” ou “oportuno”. Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, esse último é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece. É usada também em teologia para descrever a forma qualitativa do tempo, o “tempo de Deus”, enquanto chronos é de natureza quantitativa, o “tempo dos homens”.  Em síntese pode-se dizer que o tempo humano (medido) é descrito em horas e suas divisões e anos em suas divisões. Enquanto que o termo Kairós que descreve “o tempo de Deus” não pode ser medido e sim vivido…

“O tempo deve ser vivenciado. É exponencial, existencial. A essência do tempo de kairos é o valor que você retira dele, não a quantidade de tempo cronológico investido.” Covey, Stephen – First things first

Aproveite as oportunidades…

Viva Kairós!!!

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