Arquivo da categoria ‘design’

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The Art of Business – Creativity, Communication and Collaboration

Junho 9, 2009

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Mac x PC

Outubro 23, 2008

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Cisco Telepresence Magic

Julho 31, 2008

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Primeiro disco voador construído na Terra

Julho 14, 2008
Pesquisadores da University of Florida estão projetando uma aeronave em forma de disco que transforma o ar ambiente em combustível
por Larry Greenemeier

Cortesia de Ryan Durscher, Computational Plasma Dynamics Laboratory and Test Facility, da University of Florida.
Corte transversal do Veículo Aéreo Eletromagnético Sem Asas (WEAV, sigla em inglês), onde os traços amarelos representam eletrodos que ionizam o ar das vizinhanças. A parte interna do WEAV abriga câmara, sistema de controle, bateria ou uma fonte de energia e carga útil.

Se o professor da University of Florida estiver certo, é provável que o primeiro disco voador a riscar os céus do planeta Terra não virá do espaço sideral, mas de Gainesville, onde ele está planejando a construção de uma aeronave circular que pode se manter no ar como um helicóptero, sem partes móveis e sem usar combustível. O que equivale a dizer que a aeronave se parecerá com um ovni, mas na verdade, será mais que um ovni, será um ovbi, um objeto voador bem identificado.

O disco deverá voar e se auto propelir usando eletrodos que recobrem sua superfície para ionizar o ar das vizinhanças formando um plasma. Gases como o ar, que têm um número igual de cargas positivas e negativas, tornam-se um plasma quando alguma forma de energia – como calor ou eletricidade – faz alguns de seus átomos perderem elétrons – com carga negativa. Criam-se então átomos com carga positiva, ou íons positivos, circundados pelos elétrons recém-produzidos. Usando uma fonte de energia a bordo do disco – como bateria, ultra capacitor, painéis solares ou qualquer combinação deles -, os eletrodos enviam uma corrente elétrica para o plasma, forçando-o a expulsar o ar neutro – não-carregado – que circunda a aeronave, gerando força suficiente para executar movimento em diferentes direções, inclusive na vertical, dependendo da orientação que se dê à corrente elétrica na superfície da nave.

O conceito parece bastante artificial, mas o professor de engenharia mecânica e aeroespacial da University of Florida, Subrata Roy, pretende ter um modelo em miniatura, pronto em um ano, para demonstrar sua teoria. Com 15,2 cm de diâmetro, o aparelho, que Roy batizou como “Veículo Aéreo Eletromagnético Sem Asas” (WEAV, sigla em inglês) será realmente um disco voador. Teoricamente, afirma Roy, o disco poderá ter o tamanho que se desejar, porque o projeto permite que a aeronave tenha equilíbrio e estabilidade com quaisquer dimensões. Em outras palavras, este tipo de aeronave, no futuro, poderá ser suficientemente grande para transportar pessoas. Mas, lembra Roy “é preciso aprender a andar antes de correr, por isso estamos começando com modelos pequenos.”.

Cortesia de Danielle Zawoy, University of Florida
WEAV em movimento: Concepção artística dá uma idéia da forma do WEAV em vôo na atmosfera de Marte.

O maior obstáculo para a construção de um WEAV suficientemente grande para transportar passageiros é o compromisso entre a leveza da aeronave e robustez suficiente para transportar carga e fontes de energia. Roy ainda não decidiu que tipo de energia deverá utilizar. Ele garante que o corpo da aeronave será feito de material isolante, como a cerâmica, que é leve e bom condutor de eletricidade. “Em tese, você certamente será capaz de ampliá-lo,” comenta Anthony Colozza, pesquisador da contratante do governo, a Analex Corporation que está vinculada ao Centro de Pesquisa Glenn da Nasa, em Cleveland, e ajudou Roy a criar os planos originais para acionar o disco. A escolha de uma fonte de energia suficientemente eficiente e leve será “provavelmente o item decisivo sobre a viabilidade ou não do disco.”

Roy começou o projeto do WEAV em 2006. No ano seguinte, ele e Colozza escreveram um artigo para o hoje extinto Instituto de Conceitos Avançados da Nasa (Niac em inglês) sobre o uso da eletrodinâmica ou de partículas ionizadas, como uma alternativa para o combustível líquido para acionamento de veículos espaciais. Quando a Nasa desativou o Niac em agosto de 2007, Roy decidiu continuar seu trabalho na University of Florida.

Se seus planos derem certo, Roy espera desenvolver uma aeronave mais estável e um novo tipo de combustível — o ar. Outra nave que interagia com a atmosfera teve um problema: as partes móveis, turbinas, hélices ou rotores. “Meu interesse começou quando comecei a ver os problemas inerentes a helicópteros e aviões,” acrescenta Roy. Se essas partes parassem de se movimentar, a aeronave cairia, mas opor outro lado, não tem partes móveis.

Cortesia do Computational Plasma Dynamics Laboratory and Test facility da University of Florida
O intenso jato de plasma poderia ser útil no desenvolvimento do WEAV.

Em princípio, o WEAV seria mais estável que uma aeronave – aviões e helicópteros, por exemplo – que depende da aerodinâmica para manter a sustentação. Usando um campo de plasma, “pode-se produzir sustentação em qualquer direção, pode-se mudar de direção rapidamente e a energia pode ser ligada ou desligada quase instantaneamente”, comenta Colozza. Se o piloto quiser mover a aeronave para a direita, ele deve aumentar a corrente dos eletrodos do lado esquerdo da nave e vice-versa, para se deslocar para a esquerda. Os eletrodos da parte de baixo da aeronave são responsáveis pelo seu deslocamento vertical, enquanto que os da parte de cima ajudam a nave a descer e pousar no solo.

Admitindo que o protótipo do WEAV possa decolar no ano que vem – e essa é uma grande dúvida — ele poderia ser útil em uma série de aplicações. O que torna o WEAV potencialmente atraente como uma forma de acionar espaçonaves é que seu funcionamento se baseia na eletricidade de uma bateria ou outra fonte de energia e não na combustão — um processo que requer oxigênio, praticamente inexistente fora da atmosfera da Terra, alerta Colozza. Além disso, os maiores interessados no WEAV serão provavelmente as forças armadas americanas, que poderão usar a aeronave como um dispositivo para juntar informações de inteligência, reconhecimento e patrulhamento.

Roy vem trabalhando no Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos na Base Aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio desde 2001. Ele tenta entender como o plasma pode ser usado no controle do fluxo de ar — empurrando-o em diferentes direções — e conseqüentemente, no movimento do veículo. “Se o fluxo de plasma for direcionado da forma correta é possível dirigir o fluxo de ar em qualquer direção desejada”, assegura Doug Blake, diretor da Divisão de Veículos a Ar do laboratório. Isso dependerá somente da capacidade da nave em repelir o ar. “Se eu tiver um jato de ar saindo da parte de abaixo da nave posso criar um helicóptero sem partes móveis. Este veículo poderá substituir o helicóptero em todas as suas atividades.”

Mas isso não significa que a força aérea está pronta para encomendar uma frota de discos voadores desse tipo. “Trabalhamos com o Roy em estudos de plasma, mas não há, que eu saiba, planos concretos para apoiar explicitamente o desenvolvimento desse veículo, completa Blake. Nesse estágio inicial e sem uma decisão clara sobre como a nave será acionada, Roy diz que ainda não tem uma previsão sobre o custo da construção e funcionamento de um WEAV. Ainda assim, Roy está otimista. “Todos os materiais necessários para a construção desse tipo de aeronave já existem,” acrescenta, “e o plasma é a forma mais abundante de matéria no Universo. No futuro, se pudermos de alguma forma concretizar essa idéia, teremos como voar para qualquer lugar.”

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Google faz sua primeira demonstração estável do Android

Junho 3, 2008

O Google apresentou a sua primeira versão estável do Android. Em um aparelho que se assemelha muito ao iPhone, o protótipo rodando a versão (ainda beta) do Android realmente impressionou.

Além do hardware semelhante ao telefone da Apple, o sistema de navegação também é parecido. Ou seja, baseado na movimentação dos dedos sobre a tela.
Google AndroidO Android tem algumas novidades muito interessantes e algumas foram extremamente bem recebidas na sessão privativa que o Google realizou. A sessão foi filmada pela Android Community, a Comunidade official do Android.
Os vídeos abaixo foram retirados do próprio site da comunidade, estão em inglês e sem legenda. Os comentários são nossos. Mas nesse caso, algumas imagens valem mais do que muitas palavras.

Nesse primeiro vídeo, é possível ver algumas grandes inovações no Android. Algumas dignas dos criativos da Apple como por exemplo, o destravamento de celular por um “liga-pontos” que você personaliza. è possivel ver chamadas perdidas e recebidas, posicionar gadgets pela tela e multiplos Desktops. Na verdade, o Desktop é um espaço de trabalho maior que a tela do aparelho. Para alternar, basta mover o dedo de uma latera a outra e você poderá organizar os desktops para cada uma das funções. Com isso, é possível deixar uma área reservada para telefonia, uma para emaisl e calendários, outra para Notícias e Mensagens instantâneas, alternando entre elas de forma prática e intuitiva.

Entretanto, a novidade mais bem recebida (como se pode notar pelas expressões no vídeo) é a integração do Google’s Street View com um sistema de bussúla embutido no dispositivo. Isso permite que você possa visualizar fotos 360º de uma determinada localidade simplesmente girando o telefone. O Google’s Street View é um serviço que permite visualizar uma determinada fotografia de uma rua enquanto se navega pelo mapa. A integração com o Android faz a junção de várias imagens e cria a percepção de que você realmente está no local. Enquanto você gira o telefone, efetivamente a imagem gira para o mesmo sentido e intensidade. Eu logo, logo vejo uma grande integração desse tipo de tecologia com GPS. Já pensaram ?

Por último, o o Google Maps para o Android mostrou que é possível sim, tornar a experiência do Dispositivo móvel tão boa quanto em um desktop. Obviamente, esse recurso irá depender de uma boa estrutura de rede 3G (pelo menos podemos contar com isso já no Brasil). Na versão mobile do Google Maps as principais opções da versão original estão presentes como: visão de satélites, trânsito, ruas e etc.

Fotos das demonstrações

Google\'s Android DemoGoogle\'s Android DemoGoogle\'s Android DemoGoogle\'s Android Demo

mobilelife.com.br

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50 anos do LEGO

Janeiro 29, 2008

Em Janeiro de 2008 o brinquedo LEGO está completando 50 anos. Crianças do mundo inteiro tem brincado de Lego nos últimos 50 anos e ainda assim continua sendo um dos brinquedos mais desejados. Como marca e indústria é reconhecido como um grande sucesso. Logo depois de 2000, LEGO foi escolhido como “Brinquedo do Século” pela revista americana Fortune e pela Associação Britânica de Brinquedos. Uma das mais altas premiações da indústria de brinquedos.

A história do LEGO começa em 1932 na Dinamarca, quando Ole Kirk Christansen fundou uma pequena fábricas de brinquedos de madeira na desconhecida cidade de Billung. Para encontrar um nome para a fábrica ele organizou uma competição entre os empregados. O nome vencedor foi LEGO, uma fusão das palavras dinamarquesas “LEg” e “GOdt” (“brincar bem”). Somente 15 anos depois Christiansen descobriu o plástico como material ideal na produção de brinquedos, e comprou a primeira máquina injetora da Dinamarca. Sua coragem, energia e inovação foram um sucesso. Em 1949 ele desenvolveu o primeiro protótipo do tão famoso LEGO em blocos montáveis, que continua entretendo milhares de crianças e adultos até os dias de hoje. Com o passar dos anos os blocos foram ganhando novas formas e cores, mas ainda muito semelhante com os blocos iniciais.

A partir de 1963 a produção dos blocos de LEGO começou a ser utilizado ABS (“Acrylonitrile Butadine Styrene”, copolímero de acrilonitrila, butadieno e estireno) . Fisicamente, é um material leve, fácil de moldar mas ainda assim resistente, podendo ser utilizado entre os -25°C e os +60°C.

LEGO produz seus brinquedos na Dinamarca, República Tcheca e no México. O ABS é recebido granulado e aquecido a 232° C até derreter.
As injetoras de 150 toneladas então moldam o plástico e temos os famosos blocos prontos. Existem 2400 diferentes blocos de LEGO, todos produzidos com grande precisão e controle. A tolerância. das injetoras é de 1 milésimo de milímetro, permitindo que todos os tipos de LEGO se encaixem perfeitamente.

Sobre o LEGO Group

O Lego Group está situada em Billund, Dinamarca, é a quinta maior fabricante mundial de brinquedos. No seu portfólio existem 25 linhas de produtos vendidos em mais de 130 países, com o apoio de seus 4500 funcionários.

Fonte: lego.com

Campanha com LEGO

Os blocos de LEGO já foram utilizados para montar inúmeras coisas, mas nos Estados Unidos estão utilizando a popularidade do LEGO até em campanha presidencial.
O candidato à presidência dos Estados Unidos Ron Paul, está utilizando em sua campanha uma animação bem criativa feita com os blocos de LEGO. Veja o vídeo.

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“é preciso ler, é preciso ler…”

Dezembro 12, 2007

Niemeyer, mestre das estruturas curvilíneas, prepara-se para os 100 anos

Catalina Guerrero

O que atrai Oscar Niemeyer é a curva livre e sensual, a curva que encontra nas montanhas do Brasil,
no curso sinuoso de seus rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu e
no corpo da mulher preferida.

Este é o cartão de apresentação de Oscar Ribeiro de Almeida
Niemeyer Soares (Rio de Janeiro, 1907), um dos professores da
arquitetura do século XX e pioneiro do modernismo, movimento cuja
principal característica é fazer da própria vida uma obra de arte.

“De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de
Einstein”, diz o arquiteto brasileiro, que em 15 de dezembro
completa 100 anos de vida e continua ativo.

MON

Museu Oscar Niemeyer – Curitiba – PR

Criador de edifícios brancos e fluidos, o ganhador do prêmio
Pritzker, o Nobel da Arquitetura, declara em seu site
(www.niemeyer.org.br), para que não restem dúvidas: “Não é o ângulo
reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo
homem”.

“De um traço nasce a arquitetura. E quando ele é bonito e cria
surpresa, ela pode atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de
uma obra de arte”, afirma o arquiteto, construtor e desenhista que
em seus mais de 70 anos de carreira artística espalhou seu legado
pelo mundo.

Esse momento de inspiração, quando uma idéia se impõe e se eleva
até a categoria de obra de arte, é o que Le Corbusier alcançou,
segundo Niemeyer, quando desenhou o Centrosoyus de Moscou, Picasso,
com o croqui de Guernica, Einstein, com sua teoria da relatividade,
e Manuel Bandeira, com seu verso sobre a morte: “Encontrará lavrado
o campo, a casa limpa, a mesa posta, com cada coisa no seu lugar”.

Aluno do renomado modernista brasileiro Lúcio Costa e colaborador
de Le Corbusier, Niemeyer sempre se manteve fiel a suas convicções
comunistas e não ocultou sua admiração por Fidel Castro e a
revolução cubana, “um exemplo para a América Latina”.

Convencido de que “a vida é mais importante que a arquitetura”,
porta-bandeira das estruturas curvilíneas e profundamente humanista,
recomenda a seus colegas que se limitem à aprendizagem de seu
ofício, que se dotem de cultura geral e que leiam os clássicos e
contemporâneos para compreender melhor sua época.

“Sempre pensei que um arquiteto de talento deve saber desenhar e
escrever. Ele não poderá fazer nada de grande ou de belo se não
possuir essas duas qualidades”, diz Niemeyer, cuja autobiografia
acaba de ser publicada em inglês pela editora Phaidon.

O jornal “The Guardian” descreveu o livro como uma “obra
esplêndida” de “um homem sagaz que escreve sem hipocrisias e desenha
como um anjo picassiano”.

Na autobiografia, publicada primeiro em português e depois em
francês, Niemeyer revela as paixões da vida e que são a chave de sua
arquitetura: a filosofia, sua grande família, seus amigos, a terra
sensual e o céu azul do Brasil, as mulheres, o comunismo, a arte e a
literatura.

Sua prolífica obra está marcada pela construção de Brasília,
cidade nascida do nada e da qual foi arquiteto-chefe.

Merecem destaque também o Museu de Arte Contemporânea de Niterói,
a sede do Partido Comunista Francês, em Paris, o Centro Cultural de
Le Havre, os escritórios da editora Mondadori em Milão e, em Argel,
o zoológico, a Universidade de Constantino e o Ministério de
Assuntos Exteriores.

Niemeyer, que diz desprezar o dinheiro e que teria “vergonha de
ser um homem rico”, teve a generosidade de presentear Astúrias
(Espanha), em 2005, com o projeto de um centro cultural que levará
seu nome e que ficará junto à foz de Avilés.

O arquiteto recebeu em 1989 o Prêmio Príncipe de Astúrias pelo
conjunto de sua obra.

O centro, cuja inauguração está prevista para 2010, fará parte do
que está sendo chamado de “G8 da cultura”, uma aliança que incluirá
o Centro Pompidou de Paris, o Barbican Center de Londres, o Lincoln
Center de Nova York, a Ópera de Sydney, a Biblioteca de Alexandria,
o Fórum Internacional de Tóquio e o Centro Cultural de Hong Kong,
com o objetivo de programar eventos de forma coordenada.

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One Laptop per Child

Outubro 23, 2007

Um laptop por criança

A maioria dos quase 2 bilhões de crianças do mundo em desenvolvimento não são educadas adequadamente, ou sequer recebem alguma educação. Uma em cada três não completam a quinta série.

As conseqüências individuais e societais desta crise global crônica são profundas. As crianças ficam relegadas à pobreza e ao isolamento – assim como seus pais – jamais sabendo o que a luz do aprendizado poderia significar em suas vidas. Ao mesmo tempo, seus governos lutam por competir numa cada vez mais complexa economia de informação globalizada, atados por uma vasta e crescente subclasse urbana que não se suporta, muito menos contribui para o bem-estar coletivo, porque lhe faltam as ferramentas para fazê-lo.

Laptop de 100 dólares

Foi tentando minimizar esse problema que o MIT mantém um programa chamado One Laptop per Child(OLPC).  É uma nova organização sem fins lucrativos, dedicada à pesquisa do laptop de $100.

Proposta educativa

É critcamente importante educar adequadamente as crianças do mundo emergente. Continuar fazendo o mesmo não é mais suficiente, se é que algum dia o foi. Se os cidadãos são os beneficiados, como devem ser pela expansão da economia da informação global baseada em tecnologia, estes países devem repensar o velho paradigma da sala de aula “de-cima-para-baixo”, e substituí-lo por um modelo de aprendizagem dinâmica que potencializa essas mesmas crianças, tornando-os tanto “professores” como “aprendizes”. A ferramenta com a qual se pode liberar este enorme potencial é o XO. Ponham este laptop ultra-barato, poderoso, robusto e versátil na mão das crianças e elas farão o resto.

O que é o laptop de US$100, realmente?

U$ 100,00 Laptop

O XO é baseado em Linux, com um display de modo dual, tanto a cores em modo transmissivo, quanto em um modo secundário, em preto-e-branco, refletivo e legível à luz do sol e com o triplo da resolução. O laptop terá um processador de 500MHz e 128MB de DRAM, com 500MB de memória flash; não terá disco rígido, mas terá três portas de expansão USB e um encaixe para cartões SD. Os laptops terão banda larga sem-fio que, entre outras coisas permitirá a eles operarem em rede tipo malha; cada laptop será capaz de comunicar-se com seus vizinhos mais próximos, criando assim uma rede local ad hoc. Os laptops são desenhados para ser energeticamente eficientes, e permitem novos sistemas de carregamento elétrico (incluindo por corda).

 Give One Get One

A partir do dia 12 de novembro doando um laptop você poderá comprar outro para seu filho ou para doar para alguma criança ou instituição.

Para colaborar é só acessar http://www.laptopgiving.org/.