Arquivo da categoria ‘inovação’

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Abrace seus clientes – Teste

Julho 24, 2009

Teste do Abraço do livro “Abrace seus clientes”

Um case de varejo que pode ser perfeitamente utilizado em negócios B2B.

Jack Mitchell é co-proprietário e CEO da Mitchell/Richards, uma empresa americana de sucesso no ramo de vestuário. Há três gerações a família Mitchell vem abraçando os clientes, os quais sempre retribuem o abraço.
Segundo Jack, a filosofia e cultura organizacional da empresa os tornam mais competitivos, lucrativos e com mais sucesso que a concorrência. No livro ele conta a trajetória da empresa e como vivenciam a cultura do abraço.
Verifique no teste abaixo os princípios do abraço, o que você já pratica e onde precisa melhorar.

1. Faça uma lista com pelo menos 12 maneiras com as quais você acha que abraça seus clientes e supera as expectativas deles. Se conseguir listar mais de 20, melhor ainda sua pontuação.

2. Cite três coisas que você faz para deixar cada colaborador com o qual você trabalha ou que se reporta a você se sentindo especial. (Você sabe o nome dele? O nome da esposa e dos filhos?)

3. Você conhece os seus 100 clientes mais importantes sem precisar buscar as informações no computador? Escreva os nomes deles. Com que frequência se encontra com eles, bate um papo e os abraça?
Se conseguir listar 250, seu lugar na calçada da fama do mundo do abraço está garantido.

4. Quem em sua empresa conhece esses clientes? Apenas o pessoal de vendas? E quanto aos outros departamentos? E o pessoal da expedição?

5. Descreva sua área de vendas, o campo onde joga. Você acredita que todos devem estar presentes nessa área, de modo que possam interagir com os clientes de verdade? Quem deve estar lá? Quem não precisa?

6. Na hora de contratar, quais são as principais características que você busca em alguém? Você é coerente? Esses critérios são usados por todo mundo que você contrata? Você avalia seus colaboradores apenas pelas metas de desempenho ou vocês conversam sobre as metas de aprendizagem e diversão?

7. Existe alguém em sua empresa que você já reconhece como um acolhedor? Quem é o melhor vendedor por relacionamento da sua equipe? Quais se destacam? Você está oferecendo condições para que os vendedores cresçam? Como? Cite os cinco programas atualmente em uso. Cite pelo menos três programas que você gostaria de usar este ano e daqui cinco anos.

8. Você dá espaço para seus colaboradores para que eles criem novas maneiras de abraçar os clientes? Você os autoriza ou simplesmente dita regras? Caso os autorize, dê três exemplos de como vem fazendo isso.

9. Que tipo de tecnologia você usa? Qual é o foco do programa: estoque ou cliente? Em que nível de detalhes o sistema lhe oferece informações sobre o cliente e suas compras? O presidente da empresa sabe usar o sistema? Ele é a favor da tecnologia?

10. O seu marketing é personalizado ou é feito por malas diretas? Qual foi a última vez que você enviou um cartão a um cliente ou a um importante parceiro de negócios com uma mensagem escrita a mão?

11. Você planeja seus dias/temporadas de grandes vendas, se prepara e treina para eles de forma diferente? Você tem um livro de táticas que oriente seus colaboradores no uso das melhores “jogadas”? Quais são suas principais táticas? Qual foi a última vez que perguntou a um colaborador se havia algo que você pudesse fazer para que ele aumentasse as vendas?

12. Você está sempre por dentro de como andam as coisas? Quem em sua empresa tem acesso aos números? Com que frequência seus gerentes verificam as estatísticas de vendas? Você se concentra apenas em metas de desempenho ou também em metas de aprendizagem e de diversão, que aumentam a qualidade de vida no trabalho e elevam a barra?

13. Você oferece ao cliente o que ele quer ou o que acha que ele quer? Você “empurra” um produto ou escuta o cliente? Exemplifique.

14. Você tem alguma fórmula que mostre a todo mundo a conexão que há entre foco no cliente e os bons resultados da empresa? Descreva-a. Como você decide no que vai gastar o seu dinheiro i no que não vai?

15. Cite três erros que afetaram os clientes e explique como contornou a situação. Você ficou satisfeito com a solução?
E seu cliente? Como você tratou o colaborador que cometeu o erro?

16. Que tipos de mecanismos você usa para ficar por dentro da opinião dos clientes? Cite os cinco mais importantes. Você está feliz com os resultados? Como usa as informações?

17. Cite três novidades que foram introduzidas nos últimos 12 meses, sejam produtos, serviços, novas formas de pensar sobre coisas ou novos contratados. Você acha que a empresa está sempre buscando inovar?

18. Você faz parte de alguma associação ou grupo de discussão que reúna empresas da área de atuação? Vocês trocam idéias?

19. Você usa algum sistema para elevar a barra da sua equipe? Dê três exemplos de como alguém na sua empresa fez isso no último ano.

20. Das respostas anteriores, cite cinco dicas de abraço e acolhimento que você deseja implementar e diga como fará isso.

Compre em:

amazon.com

cultura.com

“Este livro é uma jóia. Eu gostaria que todo mundo na Berkshire seguisse seus conselhos.”  Warren Buffet

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Live young!!!

Julho 10, 2009

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Mais duas companhias aéreas no Brasil estão por vir!

Julho 2, 2009

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou ontem (01/07) que autorizou a criação de mais duas companhias aéreas no Brasil para atender operações regionais de cargas e passageiros. Dando os primeiros passos no funcionamento jurídico, começam entrar em jogo a Sol Linhas Aéreas (sede em Cascavel-PR) e a Nordeste Aviação Regional Linhas Aéreas (sede em Caruaru-PE).

anac.gov.br

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Entenda Twitter em 267 segundos

Abril 3, 2009

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Homenagem ao criador do Jiu Jitsu Brasileiro

Janeiro 30, 2009

Kimura x Hélio Gracie

Jovialidade

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OLPC doa portáteis com Linux a crianças palestinas em Gaza

Janeiro 28, 2009

O projeto One Laptop Per Child, dedicado a desenvolver computadores portáteis de baixo custo e com propósito educativo para serem vendidos a governos de países em desenvolvimento, doou 5.000 unidades de seu produto, o portátil XO, a crianças palestinas da faixa de Gaza.

OLPC

OLPC

mais em: http://tinyurl.com/dluzpp

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Twitter em 2009

Janeiro 14, 2009

Não resisti…

Meu novo brinquedinho tecnológico em 2009 é o twitter.

Vamos twittar!?!?

Pra quem não entendeu vai o wiki:

Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. Foi fundado em março de 2006 pela Obvious Corp. em São Francisco.

As atualizações são exibidas no perfil do usuário e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial ou por RSS, SMS ou programa especializado.

Feliz 2009!!!

Siga-me em twitter.com/neyribas

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Mac x PC

Outubro 23, 2008

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Cisco Telepresence Magic

Julho 31, 2008

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Primeiro disco voador construído na Terra

Julho 14, 2008
Pesquisadores da University of Florida estão projetando uma aeronave em forma de disco que transforma o ar ambiente em combustível
por Larry Greenemeier

Cortesia de Ryan Durscher, Computational Plasma Dynamics Laboratory and Test Facility, da University of Florida.
Corte transversal do Veículo Aéreo Eletromagnético Sem Asas (WEAV, sigla em inglês), onde os traços amarelos representam eletrodos que ionizam o ar das vizinhanças. A parte interna do WEAV abriga câmara, sistema de controle, bateria ou uma fonte de energia e carga útil.

Se o professor da University of Florida estiver certo, é provável que o primeiro disco voador a riscar os céus do planeta Terra não virá do espaço sideral, mas de Gainesville, onde ele está planejando a construção de uma aeronave circular que pode se manter no ar como um helicóptero, sem partes móveis e sem usar combustível. O que equivale a dizer que a aeronave se parecerá com um ovni, mas na verdade, será mais que um ovni, será um ovbi, um objeto voador bem identificado.

O disco deverá voar e se auto propelir usando eletrodos que recobrem sua superfície para ionizar o ar das vizinhanças formando um plasma. Gases como o ar, que têm um número igual de cargas positivas e negativas, tornam-se um plasma quando alguma forma de energia – como calor ou eletricidade – faz alguns de seus átomos perderem elétrons – com carga negativa. Criam-se então átomos com carga positiva, ou íons positivos, circundados pelos elétrons recém-produzidos. Usando uma fonte de energia a bordo do disco – como bateria, ultra capacitor, painéis solares ou qualquer combinação deles -, os eletrodos enviam uma corrente elétrica para o plasma, forçando-o a expulsar o ar neutro – não-carregado – que circunda a aeronave, gerando força suficiente para executar movimento em diferentes direções, inclusive na vertical, dependendo da orientação que se dê à corrente elétrica na superfície da nave.

O conceito parece bastante artificial, mas o professor de engenharia mecânica e aeroespacial da University of Florida, Subrata Roy, pretende ter um modelo em miniatura, pronto em um ano, para demonstrar sua teoria. Com 15,2 cm de diâmetro, o aparelho, que Roy batizou como “Veículo Aéreo Eletromagnético Sem Asas” (WEAV, sigla em inglês) será realmente um disco voador. Teoricamente, afirma Roy, o disco poderá ter o tamanho que se desejar, porque o projeto permite que a aeronave tenha equilíbrio e estabilidade com quaisquer dimensões. Em outras palavras, este tipo de aeronave, no futuro, poderá ser suficientemente grande para transportar pessoas. Mas, lembra Roy “é preciso aprender a andar antes de correr, por isso estamos começando com modelos pequenos.”.

Cortesia de Danielle Zawoy, University of Florida
WEAV em movimento: Concepção artística dá uma idéia da forma do WEAV em vôo na atmosfera de Marte.

O maior obstáculo para a construção de um WEAV suficientemente grande para transportar passageiros é o compromisso entre a leveza da aeronave e robustez suficiente para transportar carga e fontes de energia. Roy ainda não decidiu que tipo de energia deverá utilizar. Ele garante que o corpo da aeronave será feito de material isolante, como a cerâmica, que é leve e bom condutor de eletricidade. “Em tese, você certamente será capaz de ampliá-lo,” comenta Anthony Colozza, pesquisador da contratante do governo, a Analex Corporation que está vinculada ao Centro de Pesquisa Glenn da Nasa, em Cleveland, e ajudou Roy a criar os planos originais para acionar o disco. A escolha de uma fonte de energia suficientemente eficiente e leve será “provavelmente o item decisivo sobre a viabilidade ou não do disco.”

Roy começou o projeto do WEAV em 2006. No ano seguinte, ele e Colozza escreveram um artigo para o hoje extinto Instituto de Conceitos Avançados da Nasa (Niac em inglês) sobre o uso da eletrodinâmica ou de partículas ionizadas, como uma alternativa para o combustível líquido para acionamento de veículos espaciais. Quando a Nasa desativou o Niac em agosto de 2007, Roy decidiu continuar seu trabalho na University of Florida.

Se seus planos derem certo, Roy espera desenvolver uma aeronave mais estável e um novo tipo de combustível — o ar. Outra nave que interagia com a atmosfera teve um problema: as partes móveis, turbinas, hélices ou rotores. “Meu interesse começou quando comecei a ver os problemas inerentes a helicópteros e aviões,” acrescenta Roy. Se essas partes parassem de se movimentar, a aeronave cairia, mas opor outro lado, não tem partes móveis.

Cortesia do Computational Plasma Dynamics Laboratory and Test facility da University of Florida
O intenso jato de plasma poderia ser útil no desenvolvimento do WEAV.

Em princípio, o WEAV seria mais estável que uma aeronave – aviões e helicópteros, por exemplo – que depende da aerodinâmica para manter a sustentação. Usando um campo de plasma, “pode-se produzir sustentação em qualquer direção, pode-se mudar de direção rapidamente e a energia pode ser ligada ou desligada quase instantaneamente”, comenta Colozza. Se o piloto quiser mover a aeronave para a direita, ele deve aumentar a corrente dos eletrodos do lado esquerdo da nave e vice-versa, para se deslocar para a esquerda. Os eletrodos da parte de baixo da aeronave são responsáveis pelo seu deslocamento vertical, enquanto que os da parte de cima ajudam a nave a descer e pousar no solo.

Admitindo que o protótipo do WEAV possa decolar no ano que vem – e essa é uma grande dúvida — ele poderia ser útil em uma série de aplicações. O que torna o WEAV potencialmente atraente como uma forma de acionar espaçonaves é que seu funcionamento se baseia na eletricidade de uma bateria ou outra fonte de energia e não na combustão — um processo que requer oxigênio, praticamente inexistente fora da atmosfera da Terra, alerta Colozza. Além disso, os maiores interessados no WEAV serão provavelmente as forças armadas americanas, que poderão usar a aeronave como um dispositivo para juntar informações de inteligência, reconhecimento e patrulhamento.

Roy vem trabalhando no Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos na Base Aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio desde 2001. Ele tenta entender como o plasma pode ser usado no controle do fluxo de ar — empurrando-o em diferentes direções — e conseqüentemente, no movimento do veículo. “Se o fluxo de plasma for direcionado da forma correta é possível dirigir o fluxo de ar em qualquer direção desejada”, assegura Doug Blake, diretor da Divisão de Veículos a Ar do laboratório. Isso dependerá somente da capacidade da nave em repelir o ar. “Se eu tiver um jato de ar saindo da parte de abaixo da nave posso criar um helicóptero sem partes móveis. Este veículo poderá substituir o helicóptero em todas as suas atividades.”

Mas isso não significa que a força aérea está pronta para encomendar uma frota de discos voadores desse tipo. “Trabalhamos com o Roy em estudos de plasma, mas não há, que eu saiba, planos concretos para apoiar explicitamente o desenvolvimento desse veículo, completa Blake. Nesse estágio inicial e sem uma decisão clara sobre como a nave será acionada, Roy diz que ainda não tem uma previsão sobre o custo da construção e funcionamento de um WEAV. Ainda assim, Roy está otimista. “Todos os materiais necessários para a construção desse tipo de aeronave já existem,” acrescenta, “e o plasma é a forma mais abundante de matéria no Universo. No futuro, se pudermos de alguma forma concretizar essa idéia, teremos como voar para qualquer lugar.”