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Abrace seus clientes – Teste

Julho 24, 2009

Teste do Abraço do livro “Abrace seus clientes”

Um case de varejo que pode ser perfeitamente utilizado em negócios B2B.

Jack Mitchell é co-proprietário e CEO da Mitchell/Richards, uma empresa americana de sucesso no ramo de vestuário. Há três gerações a família Mitchell vem abraçando os clientes, os quais sempre retribuem o abraço.
Segundo Jack, a filosofia e cultura organizacional da empresa os tornam mais competitivos, lucrativos e com mais sucesso que a concorrência. No livro ele conta a trajetória da empresa e como vivenciam a cultura do abraço.
Verifique no teste abaixo os princípios do abraço, o que você já pratica e onde precisa melhorar.

1. Faça uma lista com pelo menos 12 maneiras com as quais você acha que abraça seus clientes e supera as expectativas deles. Se conseguir listar mais de 20, melhor ainda sua pontuação.

2. Cite três coisas que você faz para deixar cada colaborador com o qual você trabalha ou que se reporta a você se sentindo especial. (Você sabe o nome dele? O nome da esposa e dos filhos?)

3. Você conhece os seus 100 clientes mais importantes sem precisar buscar as informações no computador? Escreva os nomes deles. Com que frequência se encontra com eles, bate um papo e os abraça?
Se conseguir listar 250, seu lugar na calçada da fama do mundo do abraço está garantido.

4. Quem em sua empresa conhece esses clientes? Apenas o pessoal de vendas? E quanto aos outros departamentos? E o pessoal da expedição?

5. Descreva sua área de vendas, o campo onde joga. Você acredita que todos devem estar presentes nessa área, de modo que possam interagir com os clientes de verdade? Quem deve estar lá? Quem não precisa?

6. Na hora de contratar, quais são as principais características que você busca em alguém? Você é coerente? Esses critérios são usados por todo mundo que você contrata? Você avalia seus colaboradores apenas pelas metas de desempenho ou vocês conversam sobre as metas de aprendizagem e diversão?

7. Existe alguém em sua empresa que você já reconhece como um acolhedor? Quem é o melhor vendedor por relacionamento da sua equipe? Quais se destacam? Você está oferecendo condições para que os vendedores cresçam? Como? Cite os cinco programas atualmente em uso. Cite pelo menos três programas que você gostaria de usar este ano e daqui cinco anos.

8. Você dá espaço para seus colaboradores para que eles criem novas maneiras de abraçar os clientes? Você os autoriza ou simplesmente dita regras? Caso os autorize, dê três exemplos de como vem fazendo isso.

9. Que tipo de tecnologia você usa? Qual é o foco do programa: estoque ou cliente? Em que nível de detalhes o sistema lhe oferece informações sobre o cliente e suas compras? O presidente da empresa sabe usar o sistema? Ele é a favor da tecnologia?

10. O seu marketing é personalizado ou é feito por malas diretas? Qual foi a última vez que você enviou um cartão a um cliente ou a um importante parceiro de negócios com uma mensagem escrita a mão?

11. Você planeja seus dias/temporadas de grandes vendas, se prepara e treina para eles de forma diferente? Você tem um livro de táticas que oriente seus colaboradores no uso das melhores “jogadas”? Quais são suas principais táticas? Qual foi a última vez que perguntou a um colaborador se havia algo que você pudesse fazer para que ele aumentasse as vendas?

12. Você está sempre por dentro de como andam as coisas? Quem em sua empresa tem acesso aos números? Com que frequência seus gerentes verificam as estatísticas de vendas? Você se concentra apenas em metas de desempenho ou também em metas de aprendizagem e de diversão, que aumentam a qualidade de vida no trabalho e elevam a barra?

13. Você oferece ao cliente o que ele quer ou o que acha que ele quer? Você “empurra” um produto ou escuta o cliente? Exemplifique.

14. Você tem alguma fórmula que mostre a todo mundo a conexão que há entre foco no cliente e os bons resultados da empresa? Descreva-a. Como você decide no que vai gastar o seu dinheiro i no que não vai?

15. Cite três erros que afetaram os clientes e explique como contornou a situação. Você ficou satisfeito com a solução?
E seu cliente? Como você tratou o colaborador que cometeu o erro?

16. Que tipos de mecanismos você usa para ficar por dentro da opinião dos clientes? Cite os cinco mais importantes. Você está feliz com os resultados? Como usa as informações?

17. Cite três novidades que foram introduzidas nos últimos 12 meses, sejam produtos, serviços, novas formas de pensar sobre coisas ou novos contratados. Você acha que a empresa está sempre buscando inovar?

18. Você faz parte de alguma associação ou grupo de discussão que reúna empresas da área de atuação? Vocês trocam idéias?

19. Você usa algum sistema para elevar a barra da sua equipe? Dê três exemplos de como alguém na sua empresa fez isso no último ano.

20. Das respostas anteriores, cite cinco dicas de abraço e acolhimento que você deseja implementar e diga como fará isso.

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cultura.com

“Este livro é uma jóia. Eu gostaria que todo mundo na Berkshire seguisse seus conselhos.”  Warren Buffet

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Lista de email dos Ilustres senadores da República!

Junho 18, 2009

Serviço de utilidade pública

sarney@senador.gov.br;

senado@lheira.gov.br;

adelmir.santana@senador.gov.br;

almeida.lima@senador.gov.br;

mercadante@senador.gov.br;

alvarodias@senador.gov.br;

acmjr@senador.gov.br;

antval@senador.gov.br;

arthur.virgilio@senador.gov.br;

augusto.botelho@senador.gov.br;

cesarborges@senador.gov.br;

cicero.lucena@senador.gov.br;

cristovam@senador.gov.br;

delcidio.amaral@senador.gov.br;

demostenes.torres@senador.gov.br;

eduardo.azeredo@senador.gov.br;

efraim.morais@senador.gov.br;

eliseuresende@senador.gov.br;

ecafeteira@senador.gov.br;

expedito.junior@senador.gov.br;

fatima.cleide@senadora.gov.br;

fernando.collor@senador.gov.br;

flavioarns@senador.gov.br;

flexaribeiro@senador.gov.br;

francisco.dornelles@senador.gov.br;

garibaldi.alves@senador.gov.br;

geraldo.mesquita@senador.gov.br;

gecamata@senador.gov.br;

gilberto.goellner@senador.gov.br;

gilvamborges@senador.gov.br;

gim.argello@senador.gov.br;

heraclito.fortes@senador.gov.br;

ideli.salvatti@senadora.gov.br;

inacioarruda@senador.gov.br;

jarbas.vasconcelos@senador.gov.br;

jefferson.praia@senador.gov.br;

joaodurval@senador.gov.br;

joaopedro@senador.gov.br;

joaoribeiro@senador.gov.br;

jtenorio@senador.gov.br;

j.v.claudino@senador.gov.br;

jose.agripino@senador.gov.br;

josenery@senador.gov.br;

sarney@senador.gov.br;

katia.abreu@senadora.gov.br;

leomar@senador.gov.br;

lobaofilho@senador.gov.br;

lucia.vania@senadora.gov.br;

magnomalta@senador.gov.br;

maosanta@senador.gov.br;

crivella@senador.gov.br;

marco.maciel@senador.gov.br;

marconi.perillo@senador.gov.br;

maria.carmo@senadora.gov.br;

marinasi@senado.gov.br;

mario.couto@senador.gov.br;

marisa.serrano@senadora.gov.br;

webmaster.secs@senado.gov.br;

mozarildo@senador.gov.br;

neutodeconto@senador.gov.br;

osmardias@senador.gov.br;

papaleo@senador.gov.br;

patricia@senadora.gov.br;

paulo.duque@senador.gov.br;

paulopaim@senador.gov.br;

simon@senador.gov.br;

raimundocolombo@senador.gov.br;

renan.calheiros@senador.gov.br;

renatoc@senador.gov.br;

robertocavalcanti@senador.gov.br;

romero.juca@senador.gov.br;

romeu.tuma@senador.gov.br;

rosalba.ciarlini@senadora.gov.br;

sergio.guerra@senador.gov.br;

zambiasi@senador.gov.br;

serys@senadora.gov.br;

tasso.jereissati@senador.gov.br;

tiao.viana@senador.gov.br;

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The Art of Business – Creativity, Communication and Collaboration

Junho 9, 2009

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Brasileira é Campeã mundial de mergulho!!!

Maio 27, 2009

Acabei de receber um email que me deixou muito feliz!!!

Carolina Schrappe, minha primeira instrutora de mergulho, sagrou-se campeã mundial de mergulho livre nas ilhas Cayman.

Segue o email:

Olá pessoal !

Com muito orgulho, quero anunciar a todos, em primeiríssima mão, que a ATLETA BRASILEIRA CAROLINA SCHRAPPE sagrou-se há pouco, CAMPEÃ DO 4o. CAMPEONATO INTERNACIONAL DE MERGULHO LIVRE – BREATHLESS CAYMAN 2009, organizado pela PFI – Performance Freediving International do Canadá.

Com um total de 238,8 pontos, somados em 5 modalidades competitivas de mergulho livre, ficou em PRIMEIRO LUGAR FEMININO no campeonato ! Além disso, Carolina QUEBROU 2 RECORDES SULAMERICANOS em 2 disciplinas de profundidade:

-44m na disciplina de Lastro Constante sem Nadadeiras (CNF), quebrando o recorde anterior de -42m de outra atleta brasileira; e

-68m na disciplina de Lastro Constante com Nadadeiras (CWT), quebrando o recorde anterior de -67m dela própria;

O Campeonato e os recordes são o coroamento ao duro trabalho de treinamentos, que leva junto com suas funções de Empresária, Instrutora de Mergulho Scuba e Mergulho Livre de Alto Desempenho, além de Mãe de 3 filhos, num país que dá pouco valor aos esportes que não sejam os de massa ou olímpicos, com pouco (mas valorizadíssimo) patrocínio.

Carol participou desta e das 3 edições anteriores das Competições anuais de Cayman, tendo com este resultado conquistado o bi-campeonato, além de uma vez o segundo e outra o terceiro lugar.

Os resultados oficiais de todos os dias da competição estão em: http://www.performancefreediving.com/daily-announcements-results/ (os de hoje ainda serão colocados no website da PFI, pois como mencionei acima, estou passando em primeiríssima mão!!!).

Vídeos sobre treinos, a competição, recordes e depoimentos de atletas e juízes, também já estão disponíveis em: http://www.performancefreediving.com/news-events/the-2009-grand-cayman-breathless-event-may-2009/.

Carolina, que já havia ficado entre as 10 melhores atletas do mundo no ano de 2008, nas disciplinas CNF e CWT no Ranking da AIDA Internacional, e com isso, garantido vaga brasileira para participar do Campeonato Mundial Individual de Profundidade da AIDA, que vai acontecer no final de novembro nas Bahamas, justamente nestas disciplinas, promete se esforçar para representar muito bem nosso país lá fora! E pessoal, conheço bem essa menina… ela vai fazer isso! Ainda mais com o belo “treino” neste campeonato. Agora é novamente começar a agrupar apoios e correr atrás do sonho, como sempre fez.

Quero agradecer em meu nome e em nome da Carol, a todos os amigos que muito torceram, aqueles que compraram rifas, camisetas e participaram do jantar para levantar fundos para sua participação neste importante evento em Grand Cayman. Também e especialmente aos patrocinadores: ARRIBATUR, FUN DIVE e IANTD BRASIL, pela ajuda financeira, e a ACADEMIA CABRAL de Curitiba, pela disponibilização total de profissionais, instalações e equipamentos para os treinos da atleta. Sem estas pessoas e instituições (e as pessoas que representam estas empresas: Flávio e Dulcinéia, Paulo e Luisão), esta grande conquista não seria possível. Nosso obrigado por, mesmo num ano difícil e de crise, acreditarem! O resultado veio !!!

Um forte abraço. Bons mergulhos !

Reinaldo Alberti (marido, pai do Enzo, sócio, e com um orgulho que não cabe nestes parênteses!!!)

Acquanauta Centro de Mergulho

www.acquanauta.com.br

Parabéns Carol, também estamos orgulhosos de você!

Carol

Veja o vídeo de um dos recordes:

CAYMAN 2009: BREATHLESS | CAROLINA SCHRAPPE | CNF 44m

Mais sobre a atleta em http://www.carolschrappe.com/

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O parlamento sangra

Abril 23, 2009

No artigo “O Parlamento Sangra”, publicado em jornais do Paraná, o presidente da OAB Paraná, Alberto de Paula Machado, faz críticas à atuação do Poder Legislativo  e prega a necessidade de uma reforma política que garanta o real comprometimento do parlamentar eleito com o seu eleitor.

Confira o artigo:

O autor da primeira obra sobre Política definiu-a como uma ciência que tem por objetivo a felicidade do homem, dividindo-a em Ética (a felicidade individual) e Política (a felicidade coletiva). Quando Aristóteles escreveu o tratado sobre Política ressaltou que o bem comum está acima do bem particular.

Cento e oitenta e seis diretores do Senado, com os salários, mas sem a função. Empregada doméstica com salário de assessora de um parlamentar. Deputado proprietário de um  castelo pagando serviços privados com dinheiro público. Sogra do senador que há seis anos é funcionária fantasma. Conta do celular usada pela filha, mas paga pela verba pública do senador. Atriz e modelo viajando com passagens pagas pelo Congresso Nacional. Diariamente são descobertos 3,8 casos de corrupção no Brasil, segundo a ONG Transparência Brasil. O filme de horror chegou ao ponto de um respeitável senador sugerir um plebiscito para o fechamento do Congresso! É de se perguntar por onde anda a Política conceituada por Aristóteles ?

Há uma doença de ordem moral grassando no país.  O Parlamento se desmoraliza, perde  credibilidade,  divorcia-se da sociedade. O Senado Federal, a Câmara dos Deputados, as assembléias legislativas nos estados e as câmaras municipais, a cada dia, são alvo de notícias denunciando funcionários fantasmas, uso indevido de verbas públicas, aposentadorias indevidas,  favorecimento pessoal, etc.

O nosso sistema político parece condenado a não funcionar direito. Um candidato tem que fazer tantas concessões, tem que gastar tanto dinheiro, que acaba refém de interesses de grupos. O nosso sistema eleitoral faz com que não exista um compromisso real entre o eleitor e o eleito. E este acaba fazendo o que é melhor para seus interesses. O sistema representativo brasileiro não representa ninguém.

A maneira sinuosa com que os partidos executam suas manobras no teatro político, fazendo e desfazendo alianças, longe de mostrar compromissos sérios com os interesses da sociedade, apenas exibem seus interesses individuais ou de grupos, agindo abertamente para acomodar interesses e correligionários, indiferentes ao julgamento que a sociedade pode fazer de seus atos. Esse sistema decretou a morte da política com P maiúsculo.

Apesar de todas essas mazelas, é preciso que se diga que ainda a democracia é o melhor sistema,  pois como disse Winston Churchill  “A democracia é a pior de todas as formas imagináveis de governo, com exceção de todas as demais que já existiram”. Mas não pode haver democracia sem respeito ao Parlamento. E não há como haver respeito ao Parlamento se todos os dias  revela-se algo que se fez de errado ali.

Há um enorme risco institucional embutido nessa sucessão de escândalos sem fim. A ausência de medidas eficazes, legais ou administrativas, para impedir, investigar e processar rapidamente os casos está levando a uma perda de legitimidade na autoridade. A cada escândalo o edifício da democracia é solapado e seus alicerces são corroídos.

Os mecanismos de fiscalização do Estado são muito eficientes para punir o cidadão comum, mas absolutamente ineficazes para combater a chaga que consome o país: a corrupção, seja ela sob a forma de apropriação direta de recursos públicos ou sob formas mais brandas (mas tão nocivas quanto a primeira) como o favorecimento pessoal, a facilitação de contratos públicos com correligionários, com financiadores de campanha, etc.

A sociedade brasileira precisa romper com sua passividade. Precisamos resgatar a democracia representativa – que é vital para as liberdades democráticas. Ela se tornou refém de uma situação que impede a sociedade de encaminhar suas demandas.

Está mais do que na hora de iniciarmos um amplo debate sobre uma profunda reforma política no país. Uma reforma que coloque o ser humano no centro das ações políticas, em lugar do dinheiro. Para tanto precisamos trabalhar para diminuir a influência do poder econômico nas eleições e no exercício do mandato. Uma reforma que possibilite uma estreita ligação do detentor de mandatos com o eleitor.

Alberto de Paula Machado – Presidente da OAB Paraná

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

Rui Barbosa

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Lula é o cara!!!

Abril 3, 2009

Obama: Most popular politician on world!

Para Obama ele é, e para você?!

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Uma lista de 50 pessoas que ajudarão o mundo a sair da crise

Março 11, 2009
Financial Times

Liderança política e coordenação internacional serão necessárias para acalmar o mundo no decorrer da crise financeira e econômica. Os nossos articulistas identificaram 50 pessoas cujos cargos, habilidades e contatos possibilitarão que sejam definidas as linhas do debate a respeito do que deverá acontecer. Abaixo, uma avaliação feita pelo editor do “Financial Times” Lionel Barber.

Políticos

1 – Barack Obama, 47
Presidente dos Estados Unidos
Até o momento, no que diz respeito aos seus planos de resgate econômico, há avaliações positivas e negativas, mas ainda são aguardados muitos detalhes. Enquanto isso, o presidente está exercendo pressões para a implementação de uma agenda radical de reforma doméstica que inclua serviço de saúde, meio ambiente e educação. Conforme prometido, essa agenda traz uma forte dose de audácia e de esperança.

2 – Wen Jiabao, 66
Primeiro-ministro chinês
O homem que controla a economia da China goza de uma boa reputação no exterior, mas em casa enfrenta os críticos que dizem que ele apertou os freios muito rapidamente no ano passado. Jiabao é geólogo, e ascendeu ao poder devido à sua lealdade e atenção para os detalhes. Ele revelou uma faceta populista – muitos o conhecem como “Vovô Wen”.

3 – Angela Merkel, 54
Chanceler da Alemanha
Integrante do grupo dos defensores de uma resposta regulatória e sistêmica, e não puramente macroeconômica e reativa, ela pediu uma “nova constituição global” para os mercados financeiros. Esta política democrata-cristã disputará um segundo mandato em 27 de setembro.

4 – Nicolas Sarkozy, 54
Presidente da França
Sarkozy acredita ser o líder real da Europa, devido aos problemas domésticos políticos e econômicos de Gordon Brown e à problemática coalizão de Angela Merkel. Durante a presidência francesa da União Europeia ele criou uma aparência de coordenação e unidade, que a seguir dissipou-se. Sarkozy defende a intervenção estatal e condena o capitalismo anglo-saxão.

5 – Gordon Brown, 58
Primeiro-ministro do Reino Unido
Tido como um potencial salvador global pelo economista Paul Krugman após ter recapitalizado os bancos britânicos, o ex-chanceler financeiro trabalhista acredita que está idealmente equipado para enfrentar a crise. Brown será o anfitrião na reunião de cúpula do Grupo das 20 nações industriais e em desenvolvimento (G-20), em 2 de abril, em Londres.

6 – Vladimir Putin, 56
Primeiro-ministro da Rússia
Após ter desfrutado de uma economia em crescimento como presidente, ele viu o mundo mudar desde que deixou o cargo de primeiro-ministro no ano passado. Putin terá que preservar um orçamento governamental que está sofrendo com a queda do preço do petróleo.

7 – Tim Geithner, 47
Secretário do Tesouro dos Estados Unidos
Presidente do New York Federal Reserve quando a crise chegou no final de setembro, ele agora dirige a operação de resgate do sistema financeiro dos Estados Unidos. O seu anúncio, em fevereiro, de diretrizes para o resgate, foi tido como equivocado.

8 – Lawrence Summers, 54
Diretor do Conselho Econômico Nacional
Tendo sido o último secretário do Tesouro de Bill Clinton e sendo o principal assessor econômico de Barack Obama, Larry Summers é sem dúvida a pessoa mais influente no governo. O ex-presidente da universidade Harvard está com um estilo menos contundente do que o que tinha antes. Mas isso ainda é um trabalho em andamento.

9 – Hamad bin Jassem al-Thani, 50
Primeiro-ministro de Qatar; presidente da Autoridade de Investimento de Qatar
Erudito, comunicativo e politicamente influente em um país rico em petróleo que deseja esquivar-se da crise gastando dinheiro e que provavelmente terá sucesso. Autoridade de Investimento de Qatar, um fundo soberano, sairá comprando pechinchas à medida que os preços caírem. O xeque Hamada gerou uma certa agitação ao apoiar a criação da Al Jazira, a popular rede de televisão árabe.

10 – Wang Qishan, 60
Vice-primeiro-ministro da China
Nomeado no ano passado, ele emergiu como figura de ponta na liderança das questões financeiras internacionais. Com um currículo que inclui cargos como o de prefeito de Pequim e presidente do Banco de Construção da China, ele é um dos poucos líderes chineses que sente-se à vontade com a diplomacia da reunião de cúpula do G-20. É uma pessoa famosa pelo seu estilo direto e sem sutilezas.

11 – Barney Frank, 68
Presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos
O parlamentar que deseja ser um dos principais arquitetos da reformulação da regulação financeira dos Estados Unidos quer criar um “regulador de risco sistêmico”, afirmando que o Federal Reserve deveria assumir a tarefa. Frank deseja também a reformulação do financiamento de hipotecas e a prevenção dos abusos por parte dos bancos de financiamento.

12 – Steven Chu, 61
Secretário de Energia dos Estados Unidos
Tendo apenas um curso de nível superior, ele brinca dizendo que foi a “ovelha negra acadêmica” na sua família de acadêmicos norte-americanos descendentes de chineses. Mas Chu teve inteligência suficiente para ganhar o Prêmio Nobel de Física em 1997. Ele liderará as iniciativas para a promoção da energia verde.

13 – Olivier Besancenot, 34
Líder partidário francês
O carteiro trotskista que lidera o Novo Partido Anti-capitalista, o maior grupo de extrema esquerda da França, sonha em usar o tumulto provocado pela recessão para modificar a ordem política e social. Identificado pelas pesquisas de opinião da França como o político oposicionista mais efetivo, ele disputou duas eleições presidenciais, tendo conquistado bem mais de um milhão de votos em cada uma delas.

Presidentes de Bancos Centrais

14 – Ben Bernanke, 55
Presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos
Especialista na história da Grande Depressão e nas medidas que os bancos centrais podem adotar em épocas de grande crise, ele tem contado com amplas oportunidades para colocar as suas teorias em prática, usando uma gama cada vez mais ampla de instrumentos para tentar conter o desastre econômico.

15 – Jean-Claude Trichet, 66
Presidente do Banco Central Europeu
Este burocrata francês, que lida com crises econômicas há mais de duas décadas, acredita que os políticos e os bancos centrais precisam fazer tudo o que está ao seu alcance para restaurar a confiança econômica. Ele ajudou a fazer com que governos apoiassem planos de resgate e reformas regulatórias.

16 – Zhou Xiaochuan, 61
Governador do Banco Popular da China
Governador do banco central da China desde 2002, ele é considerado um dos principais defensores das reformas rápidas de mercado. Fluente em inglês, Xiaochuan é respeitado entre os economistas. Ele é responsável pelo controle de reservas em moeda estrangeiras no valor de quase US$ 2 trilhões.

17 – Mervyn King, 60
Governador do Banco da Inglaterra
A elaboração de políticas por parte de King no banco central do Reino Unido tem sido criticada por dar mais ênfase à economia do que à estabilidade financeira. Mas não há dúvidas quanto à sua capacidade intelectual e vínculos econômicos globais.

18 – Masaaki Shirakawa, 59
Governador do Banco do Japão
Embora seja o guia monetário da segunda maior economia do mundo, o seu estilo cauteloso e as suas modestas ambições políticas deixam claro que ele não será uma força propulsora de mudanças drásticas. Shirakawa é um veterano do Banco do Japão que diz que a sua atuação no banco central é não só a sua profissão, mas também o seu hobby.

19 – Mario Draghi, 61
Presidente do Fórum de Estabilidade Financeira e governador do Banco da Itália
Economista que estudou nos Estados Unidos, ex-executivo do Goldman Sachs e respeitado articulador de políticas transatlânticas. Ele defende uma maior regulação, fiscalização e transparência no Fórum de Estabilidade Financeira, um braço do Grupo dos Sete países industrializados (G-7), que deverá desempenhar um papel maior após a reunião de cúpula do G-20.

20 – Mark Carney, 43
Governador do Banco do Canadá
O jovem Carney dá continuidade à tradição notável dos governadores do Banco do Canadá. Tendo um doutorado em economia, 13 anos de Goldman e seis como autoridade que participa de reuniões internacionais, ele está bem posicionado para entender as pressões tanto do sistema bancário quanto das regulações.

21 – Miguel Ordóñez
Governador do Banco da Espanha
Como funcionário graduado do banco central da Espanha, Miguel Angel Fernández Ordóñez manteve um sistema de medidas “anti-cíclicas” para os bancos, que agora é tido como um modelo para o mundo. O Banco da Espanha também rejeitou as unidades “off-balance-sheet” (uma forma de financiamento que não precisa ser reportada no balanço dos acionistas da empresa patrocinadora do projeto, como dívida) que contribuíram para destruir os lucros dos bancos em outros países.

22 – William Dudley, 56
Presidente do Federal Reserve Bank de Nova York
Após uma carreira que combinou a atuação no banco central com a experiência prática, Dudley foi escolhido em janeiro para liderar o braço do sistema bancário central dos Estados Unidos que está mais próximo aos mercados. Formado em economia, ele iniciou a sua carreira no Fed, mas passou a maior parte da sua vida profissional no Goldman Sachs.

23 – Jacques de Larosière, 79
Governador honorário, Banque de France
Diretor de gerenciamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 1978 a 1987, quando supervisionou a política para a crise da dívida da América Latina e o acordo Plaza sobre o dólar. À época ele foi governador do Banque de France e presidente do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento. Um grupo que ele dirigiu no mês passado recomendou a adoção de reguladores poderosos na União Europeia para o sistema bancário, securities e seguros.

Reguladores

24 – Adair Turner, 53
Presidente da Autoridade de Serviços Financeiros
Lord Turner de Ecchinswell começou a atuar na agência reguladora do Reino Unidos após o colapso do Lehman Brothers. Mas no seu primeiro discurso em janeiro, o ex-consultor da McKinsey ofereceu uma das avaliações mais amplas das origens da crise. Essa abordagem é familiar no seu trabalho, desde a análise de problemas relativos a pensões à mudança climática. Neste mês ele deverá apresentar um relatório que consistirá na base para reformas do sistema regulador financeiro do Reino Unido.

25 – Sheila Bair, 54
Presidente da Corporação Federal de Seguros de Depósitos
Supervisiona uma agência que teve os seus poderes bastante expandidos pelos planos de apoio ao sistema bancário. À medida que a lista de bancos “problemáticos” aumenta, novos fracassos implicam em pressões sobre o fundo de seguro de depósitos da Corporação Federal de Seguros de Depósitos.

26 – Mary Schapiro, 53
Presidente da Securities and Exchange Comission (Comissão de Valores Mobiliários)
Tendo trabalhado na área de regulação por mais de 20 anos, ela tem um ótimo currículo e uma grossa “couraça” para lidar com problemas. Mas a Securities and Exchange Comission está sendo criticada por causa da crise e pela suposta fraude de US$ 50 bilhões perpetrada por Bernard Madoff. Ela prometeu ajudar a restaurar a confiança do investidor e a garantir a aplicação das regras.

Chefes de Instituições

27 – Jaime Caruana, 56
Diretor-gerente do Bank for International Settlements
O ex-governador do banco central da Espanha assume a difícil direção do banco que controla os bancos centrais no próximo mês. Tendo presidido as negociações Basiléia II na capital bancária, ele está encarregado de ajudar a encontrar uma alternativa que tenha menor possibilidade de amplificar o presente ciclo econômico.

28 – Dominique Strauss-Kahn, 59
Diretor de Gerência do Fundo Monetário Internacional
Um político hábil, bem como um economista com Ph.D. Assim como o seu congênere no Banco Mundial, ele concentrou-se em tentar aumentar o tamanho da sua instituição para que esta faça frente à crise. Ele tentou também reduzir a controvérsia a respeito da política monetária da China ao manter a questão fora das discussões da diretoria executiva do banco.

29 – Robert Zoellick, 55
Presidente do Banco Mundial
Após uma carreira no serviço público, com uma anômala passagem pelo setor privado, ele tem procurado expandir a capacidade de empréstimo do banco frente a crise.

30 – Pascal Lamy, 61
Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio
As corridas de longa distância prepararam Lamy bem para presidir a rodada Doha de negociações comerciais. Mas o ex-comissário da União Europeia conta com pouco poder executivo: ele é capaz de consultar, bajular e advertir, mas não de impor acordos.

Investidores

31 – Lou Jiwei, 58
Presidente da China Investiment Corporation (CIC)
O chefe do ainda novo fundo soberano da China é tido como um membro crucial do “grupo de economia de mercado” composto por autoridades chinesas, entre as quais Zhou Xiaochuan, o governador do banco central. Os desastrosos investimentos da CIC no Blackstone e no Morgan Stanley fizeram dele um alvo de críticas.

32 – George Soros, 78
Fundador da do Fundo Soros de Gerenciamento e da Fundação Sociedade Aberta
Para o gerente de fundos hedge e filantropista, 2008 foi um ano marcante – o seu fundo desafiou um mercado em declínio e acusou lucros de quase 10%. O primeiro peso-pesado de Wall Street a apoiar Barack Obama, ele há muito previu a crise do capitalismo global e encontra-se sintonizado com o “espírito da época” (zeitgeist).

33 – Warren Buffett, 78
Diretor do Berkshire Hathaway
O mais famoso investidor do mundo, e provavelmente o homem mais rico. Defensor do investimento em valor (value investing), ele acredita em vender quando outros encontram-se tomados pela ganância, e em comprar quando eles têm medo. Mas após um apelo pela compra de ações no final de 2008, as vendas aumentaram ainda mais.

34 – Laurence Fink, 56
Diretor-executivo da BlackRock
A BlackRock provavelmente empenhou-se mais do que qualquer outra firma em consertar a bagunça financeira – por exemplo, ao aconselhar o Fed enquanto este emitia swaps de crédito (credit default swaps) à AIG. Pioneiro das securities lastreadas por hipotecas, Larry Fink é tido como um dos poucos líderes de Wall Street que não caíram em descrédito.

Economistas

35 – Robert Shiller, 62
Professor de economia da Universidade Yale
Na vanguarda da economia comportamental – uma área que questiona a ideia de que as pessoas, e especialmente os mercados financeiros, são geralmente movidos por comportamentos racionais. Ele deseja que os cidadãos comuns sejam mais expostos aos derivativos, mas na forma de seguro contra os contratempos da vida.

36 – Montek Singh Ahluwalia, 65
Vice-presidente da Comissão Indiana de Planejamento
Descrito por alguns como o melhor ministro das Finanças da história da Índia, Ahluwalia é associado a reformas que ajudaram a fazer do seu país um promissor mercado emergente. No decorrer dos últimos meses, ele elaborou a gradual resposta de estímulos para conter a crise.

37 – Paul Volcker, 81
Presidente do Comitê Assessor para a Recuperação Econômica
Presidente do Fed de 1979 a 1987, ele é lembrado principalmente pelos remédios monetários que colocaram a inflação sob controle. Membro do Partido Democrata, ele advertiu antecipada e vigorosamente quanto ao perigo representado pelas hipotecas subprime.

38 – Paul Krugman, 56
Professor da Universidade de Princeton; colunista do jornal “The New York Times”
É quase certo que seja o economista mais famoso do mundo. Ele transformou uma formação acadêmica famosa em uma carreira de colunista, blogueiro e eviscerador do conservadorismo ideológico. Krugman conquistou um nicho como consciência liberal dos democratas.

39 – Nouriel Roubini, 49
Presidente da RGE Monitor
Conhecido como “Dr. Doom” (“Doutor Maldição”) por ter sido persistentemente o mais sombrio, e preciso, profeta da crise financeira e dos vínculos desta com a economia mais ampla, o professor Roubini está atualmente prevendo uma “quase-depressão”, a menos que sejam aplicada medidas radicais. Foi assessor de Tim Geithner no Departamento do Tesouro na década de 1990.

40 – Leszek Balcerowicz, 62
Professor de economia da Escola de Economia de Varsóvia
Arquiteto da transição econômica da Polônia, duas vezes vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, e, a seguir, governador do banco central. Crente nos livres mercados, ele é mais conhecido por expor as suas ideias do que por promover consenso.

Banqueiros

41 – Lloyd Blankfein, 54
Diretor-executivo do Goldman Sachs
Tirou o seu banco de investimento de grande parte da rota da destruição que abateu-se sobre Wall Street em 2008: o Goldman apresentou lucros naquele ano. No novo e duro ambiente, a sua tarefa é descobrir novas áreas de crescimento sem afastar-se muito das raízes tradicionais da sua firma.

42 – Jamie Dimon, 52
Presidente do JPMorgan Chase
De rejeitado pelo Citigroup a aclamado como “Rei de Wall Street”, Dimon, que nesta sexta-feira fará 53 anos, tem passado pelos altos e baixos de Wall Street, mas até o momento a crise tem sido generosa para com ele. O JPMorgan foi capaz de comprar barato os rivais Bear Stearns e Washington Mutual.

43 – Stephen Green, 60
Presidente do HSBC
No HSBC desde 1982, ele manifestou forte oposição à necessidade de reforma do sistema bancário. Pregador laico e autor de um livro sobre a reconciliação da religião com os livres mercados, ele criticou os excessos cometidos pelo setor na fase de boom.

44 – Michel Pébereau, 67
Presidente do BNP Paribas
Diretor antigo do maior banco de empréstimos da França, ele trabalhou por detrás dos bastidores para Christine Lagarde, a ministra das Finanças. O fato de liderar o BNP desde pouco antes da sua privatização em 1993 dá a ele uma visão sobre o papel que o Estado deveria desempenhar.

Empresários

45 – Carlos Ghosn, 55
Diretor-executivo da Nissan e Renault
Visto há muito tempo como um exemplo de executivo especializado em cooperação transnacional no setor automobilístico, ele é agora um dos principais porta-vozes do ramo, ocupando a presidência da Associação de Manufatores Automobilísticos Europeus.

46 – Indra Nooyi, 53
Diretora-executiva da PepsiCo
Defensora da globalização que argumenta que esta precisa ser acompanhada de sensibilidade cultural e política, bem como de valores éticos. Neste ano ela advertiu em Davos que “o capitalismo leva à ganância” e que ele precisa de regulação efetiva.

47 – Eric Schmidt, 53
Diretor-executivo do Google
O cientista veterano de computação é um elo fundamental das ligações entre o governo Obama e o Vale do Silício. O seu estilo tecnocrata reflete a atração do governo pela tecnologia. Ele atuou como assessor da equipe de transição de Obama.

Mídia/Academia

48 – Arianna Huffington, 58
Editora-chefe, “The Huffington Post”
A ex-biógrafa recriou a arte do salon hostess de Washington para a era digital. O HuffingtonPost.com, ao contrário de muitos concorrentes, conseguiu manter a sua plateia desde a eleição.

49 – Rush Limbaugh, 58
Apresentador do Rush Limbaugh Show
“Não dá para simplesmente ouvir Rush Limbaugh e realizar as tarefas”, disse Barack Obama aos republicanos durante as negociações sobre o estímulo financeiro. Mais de 20 milhões de ouvintes parecem discordar, ao aceitarem a retórica do show contra o liberalismo.

50 – Kishore Mahbubani, 60
Reitor da Escola de Políticas Públicas Lee Kuan Yew
Embora não seja um defensor exaltado dos “valores asiáticos” superiores, ele afirma que o Ocidente necessita ceder espaço em instituições como o Banco Mundial e o FMI para que a Ásia desempenhe um papel mais construtivo.

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Homenagem ao criador do Jiu Jitsu Brasileiro

Janeiro 30, 2009

Kimura x Hélio Gracie

Jovialidade

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Picadeiro político

Janeiro 15, 2009

Recebi um scrap de minha amiga Jane divulgando seu trabalho. É um vídeo satirizando a atual situação política.

Parabéns pela iniciativa!!!!

Segue o vídeo:

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”  Martin Luther King

Talvez nem ele acreditasse que algum dia um negro ocupasse a Casa Branca.

Talvez poucos brasileiros acreditem que algum dia existirá ética na política brasileira.

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Carpe! Carpe diem!

Setembro 25, 2008

Tempo! O recurso mais precioso. Vejamos como os gregos encaravam a administração do tempo.

Chronos para a mitologia grega era era a personificação do tempo. Os romanos chamaram-lhe Saturno e era a divindade celeste mais distante, considerada como sendo o sétimo dos sete objetos divinos visíveis a olho nu. Uma vez que tem a maior translação observável no céu (cerca de 30 anos), os astrônomos gregos e romanos julgaram tratar-se do guardião dos tempos, ou “Pai do Tempo”, uma vez que não havia conhecimento de nenhum outro objeto com maior período repetitivo (translação).

Kairós (καιρος) é uma antiga palavra grega que significa “o momento certo” ou “oportuno”. Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, esse último é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece. É usada também em teologia para descrever a forma qualitativa do tempo, o “tempo de Deus”, enquanto chronos é de natureza quantitativa, o “tempo dos homens”.  Em síntese pode-se dizer que o tempo humano (medido) é descrito em horas e suas divisões e anos em suas divisões. Enquanto que o termo Kairós que descreve “o tempo de Deus” não pode ser medido e sim vivido…

“O tempo deve ser vivenciado. É exponencial, existencial. A essência do tempo de kairos é o valor que você retira dele, não a quantidade de tempo cronológico investido.” Covey, Stephen – First things first

Aproveite as oportunidades…

Viva Kairós!!!